Disciplina

Área

Área Científica de Ambiente e Energia > Planeamento e Desenvolvimento Sustentável

Activa nos planos curriculares

MEGE > MEGE > 2º Ciclo > Formação Livre > Riscos Naturais e Tecnológicos

MEAmbi 2008 > MEAmbi 2008 > 2º Ciclo > Tronco Comum > Opções 4º Ano > Riscos Naturais e Tecnológicos

MEAmb 2006 > MEAmb 2006 > 2º Ciclo > Perfil > Perfil de Tecnologias Ambientais > Tronco Comum > Riscos Naturais e Tecnológicos

Nível

A disciplina tem base um projeto e inclui a analise pelos alunos de casos específicos envolvendo trabalho de campo. O tratamento metodológico segue praticas internacionais relevantes, sobretudo as desenvolvidas no contexto da OCDE e do International Risk Governance Council, IRGC (http://www.irgc.org/risk-governance/irgc-risk-governance-framework/ ).

Tipo

Não Estruturante

Regime

Semestral

Carga Horária

1º Semestre

2.0 h/semana

1.5 h/semana

77.0 h/semestre

Objectivos

Analisar riscos emergentes e sistémicos, de um modo que facilite a adopção de processos de mudança tecnológica, minimizando as consequência negativas de riscos que ameaçam indivíduos e sociedades. A análise concentra-se em riscos tecnológicos e naturais, analisados em conjunto com riscos societais emergentes, incluindo o desemprego e riscos associados de desindustrialização. O objectivo final é contribuir para que os estudantes aprendam a conceber e planear praticas de engenharia em contextos de crescente incerteza, incluindo o projeto de estratégias de industrialização que considerem oportunidades associadas á mitigação de riscos energéticos e ambientais. Inclui a discussão de processos de envolvimento de diferentes atores (i.e., “stakeholders”), em particular com base em formas de comunicação de riscos.

Programa

1. Riscos tecnológicos e naturais; Riscos químicos e biológicos; Riscos industriais, segurança industrial e prevenção de perigos industriais; 2. Metodologias de análise e governança de riscos (International Risk Governance Council, http://www.irgc.org/risk-governance/irgc-risk-governance-framework/). Governança de riscos e dinâmica dos processos de mudança tecnológica. Redes de inovação e aprendizagem. 3. Trabalho de campo sobre riscos emergentes e sistémicos, com enfâse em instalações e regiões industriais e portos. 4. Comunicação de riscos, envolvimento de diferentes atores (i.e., “stakeholders”) e construção social de sistemas tecnológicos: relevância social.

Metodologia de avaliação

A disciplina tem base um projeto e inclui a analise pelos alunos de casos específicos envolvendo trabalho de campo. O tratamento metodológico segue praticas internacionais relevantes, sobretudo as desenvolvidas no contexto da OCDE e do International Risk Governance Council, IRGC (http://www.irgc.org/risk-governance/irgc-risk-governance-framework/ ).

Bibliografia

Principal

"Introduction of the IRGC Risk Governance Framework"

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2012/2013

IRGC (2008)


"Risk Governance – Towards an Integrative Approach"

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2012/2013

IRGC (2005)


"Global Risk Governance – Concept and practice using the IRGC framework"

Ortwin Renn and Katherine Walker

2012/2013

IRGC Bookseries 1, published by Springer


"Descriptions of selected key generic terms used in chemical hazard/risk assessment"

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2012/2013

OECD (2003)


"The OECD Environmental Risk Assessment Toolkit: Tools for Environmental Risk Assessment and Management"

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2012/2013

OECD (2008)


“OECD Environmental Risk Assessment Toolkit”

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2012/2013

OECD (2008)


“Social Unrest”

Aleksandar Jovanovic, Ortwin Renn and Regina Schroter

2012/2013

OECD reviews of Risk Management Policies


“Risk Communication: A mental model approach”

M. Granger Morgan, Baruch Fischhoff, Ann Bostrom, and Cynthia J. Atman

2012/2013

Cambridge Univ Press (2002)


Secundária

“Engenharia em Portugal no Sec. XX”

J.M.B. Brito, M. Heitor, M.F. Rollo (eds.)

2012/2013

Lisboa: Dom Quixote (2004)


“Panama Canal Management”

Llacer, F.

2012/2013

Marine Policy 29, pp. 25-37.


“Future challenges for the port and shipping sector: a research agenda”

Meersman, H.

2012/2013

University of Antwerp


“The complex network of global cargo ship movements”

Kaluza, P. et al.

2012/2013

J. R. Soc. Interface 7(48), 1093-1103.


“Impact of the Panama Canal expansion”

Rivera, L. and Sheffi, Y.

2012/2013

MIT Engineering Systems Division, Working paper


“The Panama Canal expansion: business as usual or game-changer?”

Rodrigue, J.P. and Nottemboom, T.

2012/2013

Port Technology


Associação dos Portos de Portugal

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2012/2013

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“Global economic and trade trends: game changer for ports?”

Notteboom, T. (2012a)

2012/2013

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“Towards a new intermediate hub region in container shipping? Relay and interlining via the Cape route vs. the Suez route”

Notteboom, T. (2012b)

2012/2013

Journal of Transport Geography, 22, 164-178.


“A ANÁLISE DE SINES COMO ATIVO GEOESTRATÉGICO NACIONAL UM CLUSTER SUPORTADO NAS REDES MARÍTIMAS MUNDIAIS”

Moreira, P.

2012/2013

ISCTE, tese de mestrado em Economia Portuguesa e Integração Internacional (2012)