Dissertação

{pt_PT=Geostatistical Seismic Inversion with Structural Steering Volumes. Automatically incorporating local anisotropy in Geostatistical Seismic Inversion} {} EVALUATED

{pt=A Inversão Sísmica Geoestatística (GSI) tem como modelo de perturbação a Simulação Estocástica Sequencial (DSS). Estas técnicas de simulação estocástica aplicam um modelo de variogram global para ilustrar o padrão de continuidade espacial da propriedade. Ao utilizar um único modelo de vaiograma para todo o volume sísmico é impossível reproduzir ambientes geológicos não-estacionários ou complexos, tais como falhas ou canais. Ao considerar a informação de azimute e inclinação da camada e o ajuste local de modelos de variogram, providencia uma nova abordagem de inclusão da anisotropia local na metodologia tradicional de Inversão Sísmica Geoestatística. A anisotropia local é quantificada ao ser considerado um modelo de variogram individual para cada amostra do volume sísmico, com o auxílio dos valores de azimute e inclinação para cada uma dessas amostras independentemente. Em primeiro lugar, são obtidos os volumes estruturais de azimute e inclinação do volume sísmico, através de métodos de análise de atributos sísmicos. De seguida, são automaticamente ajustados dos modelos de variogram, de forma a estimar os valores de distância entre pares de amostras, seguindo as direções preferenciais fornecidas pelos volumes de azimute e inclinação. Os mesmos entram no algoritmo de inversão como volumes estruturais. Os resultados exibem modelos pós-inversão com consistência melhorada face à aplicação da GSI tradicional. A tese representa uma integração eficiente da informação estrutural geológica na metodologia tradicional de inversão, ultrapassando as limitações de utilizar um único modelo de variograma para ilustrar o padrão de continuidade espacial do volume sísmico. , en=Geostatistical seismic inversion (GSI) has Stochastic Sequential Simulation as the model perturbation technique. These Stochastic simulation techniques make use of an unique global variogram model to describe the spatial continuity pattern of the properties of interest (e.g., porosity, acoustic impedance, or P-wave velocity). By using a single variogram it is not possible to reproduce complex or non-stationary geological settings, as faults or channelized structures, for example. The addition of azimuth, dip and variogram amplitude ranges data (which are directly and automatically retrieved from the seismic record), provides a new framework for Local Anisotropy incorporation in the typical GSI. Local anisotropy is quantified by an independent variogram model for each sample of the seismic data, aided by the structural information provided by the azimuth and dip volumes. Firstly, Local Structural Attribute volumes (for Azimuth and Dip) are extracted from the seismic data by seismic attribute analysis. Secondly, an automatic variogram fitting is performed to estimate the variogram ranges, following the directions provided by Azimuth and Dip volumes. These volumes are used as steering data, as local structural continuity pattern. The results exhibit enhanced consistency of the inverted models when compared with the results obtained for the same dataset by traditional GSI. This work presents an efficient integration of geological information into GSI, overcoming the limitation of using an unique variogram model to illustrate the spatial continuity pattern of the seismic volume. }
{pt=Geofísica, Inversão Sísmica Global, Atributos sísmicos estruturais, ajuste local de variogramas, en=Geophysics, Global Seismic Inversion, structural seismic attributes, local variogram modelling}

Novembro 16, 2018, 10:30

Orientação

ORIENTADOR

Leonardo Azevedo Guerra Raposo Pereira

Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos (DECivil)

Professor Auxiliar