Dissertação

Testes t e F: Robustos ou não, eis a questão! EVALUATED

Como é sabido, o bom funcionamento de muitos procedimentos estatísticos exige que se cumpra um conjunto de hipóteses que devem ser reveladas pelos dados. É o caso do teste t e do teste F para comparação de duas ou mais populações em que a normalidade, independência, e igualdade de variâncias das populações a comparar são requisitos indispensáveis para garantir que o método produza resultados fiáveis. Sabendo que muitas vezes estas suposições não são cumpridas na prática, o problema que se coloca ao utilizador da estatística é o de saber quais são as consequências em termos do valor dos resultados desses métodos se se insistir na sua utilização mesmo quando uma ou mais hipóteses assumidas não são respeitadas. Se se pensar que a utilização destes dois testes é extremamente popular a resposta a esta questão é vital para esclarecer os inúmeros utilizadores e lhes dar a oportunidade de executarem conscientemente os respectivos procedimentos. Nesta dissertação mostram-se as consequências que podem ocorrer em face de desvios das hipóteses e analisa-se o comportamento de métodos que podem ser usados em alternativa a estes dois testes. Este trabalho requer um estudo de simulação que inclui a análise comparativa de vários testes (t, Wilcoxon, F, Welch, Brown-Forsythe e Kruskal-Wallis), actuando sobre condições distribucionais diversas e amostras de dimensões diferentes. O comportamento dos testes é avaliado com base nos valores do nível de significância e da potência dos testes.
Comparação de Médias, Anova, Robustez, Estudo de Simulação.

Junho 5, 2009, 15:30

Documentos da dissertação ainda não disponíveis publicamente

Orientação

CO-ORIENTADOR

Maria da Conceição Esperança Amado

Departamento de Matemática (DM)

Professor Auxiliar

ORIENTADOR

João António Branco

Departamento de Matemática (DM)

Professor Associado