Dissertação

Da Torre de Belém à Foz do Jamor. A nova porta de Lisboa EVALUATED

Algés apresenta duas realidades diferentes: por um lado, um centro com enfoque na mobilidade urbana e na prestação de serviços, por outro, uma frente ribeirinha com uma identidade quase perdida. Tendo em conta a sua localização e relação com o mar, perspectiva-se um potencial de aproveitamento desta área costeira que, nos dias de hoje, não está a ser aproveitada. Como tal, a criação de um plano urbano que procure mitigar e até, talvez, resolver as questões inerentes a esta quebra de ambientes, torna-se essencial. Deste modo, e libertando o centro de Algés das infraestruturas que o quebram, é desenhada uma praça que se define como elemento comunicativo entre a cidade e o rio, criando-se um novo ponto de encontro de vários meios de transporte públicos. Assim, possibilita-se a conquista do horizonte do rio em conjunto com a presença de um elemento enraizado dominado pela verticalidade, implantando um marco na paisagem com uma relação harmoniosa entre a cidade de Lisboa e o Tejo. Com esta intervenção, a frente ribeirinha torna-se num porto acolhedor de novos usos e equipamentos capazes de requalificar e transformar a área de intervenção.
Frente-ribeirinha, Plano-urbano, Marco, Tejo, Encontro, Transporte

Novembro 22, 2016, 14:30

Publicação

Obra sujeita a Direitos de Autor

Orientação

ORIENTADOR

António Manuel Barreiros Ferreira

Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos (DECivil)

Professor Catedrático Convidado