Dissertação

O Palácio Alvor. De residência aristocrática do século XVIII a Museu Nacional de Arte Antiga EVALUATED

O objecto de estudo deste trabalho de investigação é o edifício do Palácio Alvor. Desde a sua construção em 1698 que o edifício foi habitado por aristocratas portugueses, ao que se seguiram um provedor da Casa da Moeda, um conde alemão, um cônsul holandês, um aristocrata inglês e até D. Amélia de Leuchtenberg, Imperatriz do Brasil e 2ª mulher de D. Pedro IV. Foi depois comprado pelo Estado e serviu de sede ao Museu Nacional de Belas Artes e ao Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), a partir de 1911. O edifício foi sendo sujeito a obras de alteração e de ampliação. O MNAA ocupa actualmente o edifício original do palácio, um edifício anexo a Poente e ainda a Igreja das Albertas. O objectivo deste trabalho era a formulação de hipóteses de caracterização do Palácio Alvor em concepções anteriores às já conhecidas (1931), idealmente na sua concepção original (1698). A caracterização incluiria a apresentação de plantas do edifício tal como terá sido na época da sua construção e nos momentos em que foi intervencionado de forma significativa. Os resultados mais directos desta investigação foram as plantas relativas ao estado do palácio em 1774, e sua justificação, tendo-se concluído não ser possível formular uma hipótese credível sobre a configuração original do palácio. Foi também aqui recolhida, organizada e comentada criticamente a informação histórica e arquitectónica produzida por outros investigadores, permitindo um conhecimento mais completo sobre o palácio nos 320 anos da sua existência.
Palácio Alvor, Palácios urbanos seis-setecentistas, Casa Nobre, Museu Nacional de Arte Antiga

Julho 2, 2018, 11:0

Publicação

Obra sujeita a Direitos de Autor

Orientação

ORIENTADOR

João Rosa Vieira Caldas

Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos (DECivil)

Professor Auxiliar